Temor a Deus

Publicado em 18/10/2022 - 15h19

Referência Bíblica: Eclesiastes 5.1-7
Exposição do texto: o pregador, nesse texto, nos mostra que Deus, apesar de santo, temível, criador de todo o universo, aquele que mantém e sustenta todas as coisas, é também um Deus acessível e pessoal que recebe nossas orações e votos. Mas isso não significa que podemos nos aproximar dEle de qualquer maneira.
Discussão:
• Você “usa” a Deus apenas como meio de desabafar? Há respeito e reverência quando se aproxima dEle?
• Em meio a tantos sonhos, projetos e a correria do dia a dia, você tem se concentrado em seus momentos de oração como o momento mais precioso?
• Você é daqueles que pedem algo diferente a Deus cada dia? Nunca está satisfeito com o que tem e muda de planos a cada mudança de vento?
Objetivo: entender que Deus é nosso Pai, e isso afasta o medo. Entender que Deus está nos Céus, e isso afasta a arrogância.
Contexto: quando firmamos um compromisso com o nosso chefe, nos esforçamos ao máximo para cumpri-lo. Queremos agradá-lo e fazer o que ele nos pede da melhor forma possível, por isso empenhamos nossa palavra que determinada tarefa será feita em tal prazo e de tal forma. Além disso, não vamos à sala dele com uma atitude altiva ou mesmo sem programar cada palavra que falaremos.
O mesmo se dá na escola, quando o professor determina um trabalho ou atividade a ser avaliada. É preciso empenho, dedicação e pontualidade. É preciso compromisso. Mas, com Deus, muitas vezes não agimos dessa forma. Por sabermos que Ele é o nosso Pai, agimos como se Ele fosse menos digno de temor e reverência. Acabamos levando para a nossa vida de oração a agitação do dia a dia e a falta de confiança de que Deus está no controle de tudo. Pensamos que nossos problemas devem ser resolvidos imediatamente e da maneira que achamos melhor. Desonramos a Deus dessa forma. Sem compromisso com nossas palavras diante de Deus, prometemos coisas que não cumpriremos.
Um dos fatores que favorecem essa postura errada é a falta de compreensão que “Deus está nos céus e você está na terra”. O pregador de Eclesiastes nos ensina que nosso Deus, embora amoroso, misericordioso e disposto a tudo para se relacionar com o homem, continua sendo o Rei, o Criador, o Juiz de todo o universo. Nossa postura diante dEle deve ser sempre de submissão, reconhecendo a sua superioridade absoluta bem como nossa pequenez. Isso deve acalmar o nosso coração e tirar de nós a postura de muito falar, precipitadamente, diante daquele que sabe e conhece todas as coisas.
Conclusão: como filhos de Deus, sejamos agradecidos pelo privilégio de conhecê-lo e de podermos nos aproximar dEle. Mas lembremos sempre que não há ninguém mais digno de respeito, devoção, gratidão e reverência. Falemos com sabedoria, portanto, e confiemos muito, pois Ele está no controle de todas as coisas. E será assim para sempre.
Aplicação:
• Como é o seu relacionamento com Deus? Marcado pela confiança e respeito ou pela impaciência e cobrança?
• Você cobra de Deus resolver seus problemas como você gostaria?
• Os compromissos que você faz com Deus são cumpridos? Abandono de alguma prática pecaminosa ou o compromisso de se reconciliar com alguém são palavras ao vento ou você se empenha em cumprir?

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